Que os erros desse tempo não sejam os mesmos de outrora;
Que o alívio seja imediato;
Que a anciedade seja pouca;
Que os olhares sejam novos, e o sentimento unilateral.
Amém.
A.R.V.
terça-feira, 20 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Finibus Bonorum et Malorum.
"At vero eos et accusamus et iusto odio dignissimos ducimus qui blanditiis praesentium voluptatum deleniti atque corrupti quos dolores et quas molestias excepturi sint occaecati cupiditate non provident, similique sunt in culpa qui officia deserunt mollitia animi, id est laborum et dolorum fuga. Et harum quidem rerum facilis est et expedita distinctio. Nam libero tempore, cum soluta nobis est eligendi optio cumque nihil impedit quo minus id quod maxime placeat facere possimus, omnis voluptas assumenda est, omnis dolor repellendus. Temporibus autem quibusdam et aut officiis debitis aut rerum necessitatibus saepe eveniet ut et voluptates repudiandae sint et molestiae non recusandae. Itaque earum rerum hic tenetur a sapiente delectus, ut aut reiciendis voluptatibus maiores alias consequatur aut perferendis doloribus asperiores repellat."
quarta-feira, 7 de julho de 2010
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Estava feito. Não havia mais coisa qualquer à ser sabida, tudo o que podia já era o que de fato seria. Utopia. Do que era feito da noite -que nunca acabava antes do dia-, confessaram-me, ouvi. Sem nada a declarar, assenti calado quando o barulho que inda era silêncio, se fez mudo.
Que fiz? Que faço aqui? -pensei-, eu poderia estar bebendo -concluí-, "Candido ou o Otimismo" pareceu-me bastante apropriado naquela hora. Não era. Sabia disso.
Lembrei de já ter visto alguém que disse sobre o erro da vida sem música -Nietzsche talvez- não sei ao certo (detesto essas frases soltas que nunca dão pra saber o que são em verdade), mas porque raios mesmo lembrei disso? Melhor deixar pra lá, Cazuza é sempre melhor do que qualquer filosofia.
Ademais, estava feito, e tudo já era o que de fato seria.
Que fiz? Que faço aqui? -pensei-, eu poderia estar bebendo -concluí-, "Candido ou o Otimismo" pareceu-me bastante apropriado naquela hora. Não era. Sabia disso.
Lembrei de já ter visto alguém que disse sobre o erro da vida sem música -Nietzsche talvez- não sei ao certo (detesto essas frases soltas que nunca dão pra saber o que são em verdade), mas porque raios mesmo lembrei disso? Melhor deixar pra lá, Cazuza é sempre melhor do que qualquer filosofia.
Ademais, estava feito, e tudo já era o que de fato seria.
terça-feira, 6 de julho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
É.
Achei que veria anoitecer, mas quando cheguei, já era madrugada, e só fazia barulho o próprio silêncio -que quase me ensurdeceu- quando alguém me disse o que (mesmo sem bastar) escrevi como (per)verso.
Pouca era a roupa, muita era a vontade e, Irônico, foi o poemeto que li.
Pouca era a roupa, muita era a vontade e, Irônico, foi o poemeto que li.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Compensação.
Desperto disperso no aperto do peito sufocando o sufoco, corro, não paro parto, parido na meia hora do dia, antes da noite cair cogito e ergo e sun.
Tangencio o limite do mensurável pondero o imponderável. Concluo: a primeira opção, não é uma opção.
Durmo aprendo o erro, acordo, descubro que fiquei louco... Ou que talvez já fosse antes.
Tangencio o limite do mensurável pondero o imponderável. Concluo: a primeira opção, não é uma opção.
Durmo aprendo o erro, acordo, descubro que fiquei louco... Ou que talvez já fosse antes.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Mutatis mutandis.
"Mudou de cara e cabelos mudou de olhos e risos mudou de casa e de tempo".
(Ferreira Gullar)
Porres, guerras, vitríolo e fogo nas veias, no peito um bloco de mármore; um ano atrás eu havia decidido expor minhas idéias sem censura.
Um ano de Aborto Filosófico, nunca vi ressaca que durasse tanto!
(Ferreira Gullar)
Porres, guerras, vitríolo e fogo nas veias, no peito um bloco de mármore; um ano atrás eu havia decidido expor minhas idéias sem censura.
Um ano de Aborto Filosófico, nunca vi ressaca que durasse tanto!
terça-feira, 1 de junho de 2010
Déjà vu...
Tudo tranquilo, e eu ao contrário de calmo... Como dizem por aí, o instante que antecede à queda, ou o silêncio que precede o esporro.
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