"Ando tão a flor da pele que o meu desejo se confunde com a vontade de nem ser"...
Ontem denunciaram minha tendência as "filosofias religiosas", ainda vou perguntar em qual sentido isso foi dito, mas essa colocação me intrigou no seguinte sentido: -Será que eu tenho me tornado um cético, ou tenho apenas tentado buscar uma alternativa que se encaixe nas minhas crenças pessoais e, que seja completamente livre de pseudo-moralismos?
Afinal, será que eu tenho me tornado um repugnante pseudo-moralista, às avessas?
Avaliar as diversas formas do Ser, nada mais é que, parte da minha intenção de à posteriori, partir para a analise da sociedade em comunhão com este indivíduo que antes de tudo, é o Ser e, é também o não-Ser, afinal, o não-Ser, é a alteridade, é o que o Ser não é e, já que ninguém pode ser tudo ao mesmo tempo, então, o indivíduo sendo alguma coisa, deixa de ser outra, de modo que o Ser e o não-Ser manifestam-se em concomitância num mesmo indivíduo.
Portanto se a religião ou a religiosidade, influenciam nas diversas formas do Ser se manifestar, sim eu sou tendencioso as "filosofias religiosas", d'outro modo NÃO!
E NÃO, porque pouco me importa descobrir porque deus de repente resolveu mandar pra terra o diabo se é que isso aconteceu mesmo e etc. Não é minha intenção debater sobre os dogmas religiosos de qualquer seita ou religião, ou fundar uma espécie de "Cristianismo-filosófico", como fez meu colega quanto ao comunismo dele, criando uma corrente pessoal, enfim, prefiro acreditar que deus existe e, é bom na maioria das vezes, que as religiões são estúpidas, e que todo resto é babaquice!
Protestem a vontade...
"Love is my religion!"